À descoberta de novas sensações

“À descoberta de novas sensações” VipRoom Intimiss

Texto : SOFIA GRIMALDI

Todos sabemos, mas a maioria ainda não experimentou. As festas crescem em Lisboa a olhos vistos, existindo um 26ma11meio secretismo, que até lhes dá alguma mística mas acaba por fazer com que entre pouco ar fresco e evolução!!! Na minha opinião, o facto de um espaço de festas privadas ser divulgado não lhe tira qualidade, muito pelo contrário. Vou contar e DESTAPAR O VÉU…
Tudo começou quando me enviaram um convite pelo Twitter para uma festa privada. Achei estranho, mas mais tarde disseram-me que esses e-mails eram enviados apenas por convite a quem já frequentou semelhantes festas.

A indumentária era vestido de noite, e para os homens smoking. O encontro seria na linha de Cascais, junto à curva dos três pinheiros. Achei que iríamos atrás de um carro, mas não… Fomos numa limusina até ao destino… Surreal, aterrador e, ao mesmo tempo, de uma adrenalina quase doce. Na mesma iam mais dois casais, que pelos vistos já eram experientes em “private party”, pois estavam muito à vontade para quem ia ao encontro do desconhecido.
Chegámos ao destino. Era uma moradia enorme no meio de um jardim escuro, onde apenas se via um carreiro carregado de velas. Entrámos…

Casais e singles conviviam, conversavam e trocavam olhares insinuantes. Durante os primeiros 30 minutos correu assim desta forma.

Passadas umas duas horas de música inebriante, as pessoas começavam a deixar-se ir, os toques aumentavam e as 20130829-131304.jpgmãos pelos corpos eram uma constante. Reconheci então o casal que vinha connosco na limusina e que já estava ao rubro, numa total euforia. Ela aproximou-se de mim e perguntou-me se podíamos brincar no primeiro andar da moradia, mas com os nossos maridos a ver… Bem, estava ali para vivenciar tudo.

Fomos os quatro, eu e ela, eles a verem. A excitação chegou rapidamente, e quando reparei neles, estavam petrificados, loucos de vontade, prestes a rebentarem. Em pouco tempo juntaram-se a nós, e então o céu foi o limite.

Todos os corpos passaram de mão em mão, numa sinfonia de gemidos e suspiros. A mulher proporcionou-me o melhor sexo oral que conheci até hoje, com um orgasmo a roçar o desmaio, de seguida foi tomada pelo meu marido por detrás e pelo marido dela pela frente, enquanto me perdia em salivados beijos com ela.

Os orgasmos desmultiplicaram de uma forma que não acreditava ser possível. Assim foi até de manhã. Aproveitámos o sol e fomos para a piscina, direito a pequeno-almoço e até massagem oriental. Era mesmo o que eu precisava!
Depois de um banho e de acabar a noite em dia, voltaram-nos a deixar onde nos tinham ido buscar, com a informação de que os casais que tinham escolhido para irem na limusina tinham sido pré-seleccionados para poderem acabar juntos nessa noite… algo bastante premeditado.

O raciocínio era lento e as imagens passavam na minha cabeça a uma velocidade alucinante… Nunca mais os vimos, nunca mais voltámos à mesma casa, era como se me quisesse esquecer e lembrar ao mesmo tempo… Só agora, passados estes anos, entendo no verdadeiro sentido da palavra o provérbio “noites felizes, dias tristes”… O lado duro desta diversão é o dia seguinte. Para a maioria, segunda-feira é dia de trabalho, é dia de voltar à rotina, depois de cometidos todos os excessos…

Texto : SOFIA GRIMALDI “

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